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Desinvestimento, desinvestir às vezes é uma boa ideia

Muito se fala em investir, invista aqui, invista ali, mas por vezes desinvestir pode ser a melhor alternativa. Reduzir a possibilidade de perdas futuras ou simplesmente manter o negócio sustentável. Podemos encarar o desinvestimento como uma medida para poder manter o negocio e possibilitar o seu crescimento no futuro.

Existem momentos que o melhor investimento é mesmo reduzir ou seja  o investimento é feito na sobrevivência do negócio. Como se diz em Gestão é preferível despedir 50% dos trabalhadores e manter a empresa do que entrar em insolvência passado algum tempo originando a extinção de todos os postos de trabalho.

O acto de reduzir exposição pode então ser um acto inteligente de gestão do património até porque se pode sempre voltar a apostar nesse activo no futuro.

Não estamos  falar de desistência nem fracasso, pois o desinvestimento deve ser encarado como um acto corrente da gestão de activos, sejam eles quais forem. Pode-se desinvestir em imobiliário e investir em ações ou vice-versa. Equilibrar o portfólio de investimento não pode ser considerada uma acção errada nem má.

Pode-se desinvestir, para transformar activos em dinheiro vivo

Desinvestir pode significar simplesmente reduzir exposição a determinado activo ou negócio. Adoptando políticas de diversificação de património com vista a protegê-lo. O ajustamento de carteiras de investimento requer estar atento e transferir os investimentos de uma oportunidade para outra, assim quando se sai de um activo está-se a desinvestir, reinvestindo num outro activo ou sector.

Também é preferível reduzir a exposição a determinados investimentos salvaguardando o equilíbrio financeiro familiar, criando bases para poder investir noutros sectores.

 Ainda sobre o desinvestimento, pode ser apenas uma reestruturação das finanças pessoais.

Os meus desinvestimentos

A ideia deste artigo surgiu porque estou a desinvestir de algum modo na internet, após ter mais de 400 domínios de internet, tenho agora pouco mais do que 300 e estou decidido a reduzir até aos 200. Assim apenas pretendo renovar os melhores 200, os restantes ficaram novamente disponíveis para registo.

Decidir quais os que devo manter nem sempre é fácil, pois aquando do seu registo vi neles utilidade ou potencial de desenvolvimento. Reduzir o número de domínios pode não ser muito fácil até porque surgem sempre novas oportunidades e a vontade de registar novos é imensa.

Ficar com 200 domínios requer um investimento em renovações na ordem do 1000 Euros! Vistas as coisas pelo lado positivo, poupo mais de 500 Euros/ano em renovações e fico com uma selecção dos meus melhores domínios de internet !

Comentários

  1. José Augusto Saraiva Peixoto diz:

    Sr. Casimiro.
    Parabéns pelo conteúdo exposto no sítio eletrônico.
    Sou professor do Centro Universitário Jorge Amado – UNIJORGE, na cidade de Salvador, capital do Estado da Bahia, no Brasil. Leciono as seguintes disciplinas: “Meio Ambiente e Patrimônio Ambiental”, “Urbanização e Riscos Ambientais”, “Gestão de Resíduos Sólidos” e “Fontes de Financiamentos para Projetos Ambientais” do curso de Gestão Ambiental. Também ministro a disciplina “Gerenciamento de Projetos Ambientais” no curso de especialização em “Gerenciamento Ambiental” da Universidade Católica do Salvador – UCSal.
    Estou recomendando aos meus alunos e colegas professores visitar vossa página na internet.
    Saudações Sustentáveis
    SARAIVA PEIXOTO, José Augusto
    Arquiteto (UFBA, 1986), especialista em gestão e conservação de recursos hídricos (UCSal, 1999) e mestre em ciências da engenharia (UFBA, 2008).

    • Nuno Casimiro diz:

      Olá José Peixoto

      Muito obrigado pela recomendação

      Votos de sucesso
      Atenciosamente
      Nuno Casimiro