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4 razões para não se pensar em poupar para a reforma

reformados em banco de jardimPoupar para a reforma é altamente recomendável para a maioria das pessoas. Quanto mais cedo iniciar a poupança, mais terá quando chegar à idade da reforma ou menor esforço será necessário para atingir o valor de poupança acumulada idealizada. Nunca nos poderemos esquecer que dentro de 10 ou 20 anos o valor das pensões de reforma face aos últimos salários do trabalhadores são uma fracção. Há quem afirme que as reformas providenciadas pelo Estado podem atingir 50% do último salário. Eu próprio já defendi a subscrição de planos poupança reforma.

Mas pode não se pensar na reforma se o objectivo for atingir a independência financeira pois desta forma ficará-se-á “reformado” muito antes dos 65, desenvolvendo um um plano de rendimentos constantes para o futuro. Existem mais razões para se pensar na independência financeira do que propriamente na reforma, curiosamente ainda nunca vi ninguém defender uma em detrimento da outra.

A reforma ainda vem longe

Um dos aspectos que importa ter em atenção é o tempo, muitas pessoas não pensam na reforma, pura e simplesmente porque ainda falta muito tempo para lá chegar. Um jovem com 20 anos, não está muito preocupado com a reforma, falta quase meio século para lá chegar, mas se esse mesmo jovem souber que existem formas de se “reformar” aos 35 anos, talvez consiga pensar em poupar e investir para chegar a esse objectivo.

Motivar os mais jovens para a poupança pode não ser fácil, até porque existe sempre o argumento, não sei se lá chego e por esse prisma infelizmente quando lá chegar é que se vai lembrar do que deveria ter feito e não fez.

Rendibilidade e maturidade

A rendibilidade associada aos Planos Poupança Reforma mesmo que sejam dos mais arriscados com 45% da composição do fundo aplicado em acções, não são muito atrativas a ver pelas taxas de retorno dos últimos anos. Um dos grandes benefícios associados aos planos de poupança reforma é que a maturidade da poupança é alargado, por norma mais de 20 anos, o que origina a capitalização de rendimentos, que por sua vez fazem crescer o valor acumulado.

Quando este produto financeiro de poupança sofre incentivos por parte do Estado através da via fiscal, com deduções em IRS acaba por o tornar um pouco mais apetecível, já que o contribuinte vê o seu esforço de poupança recompensado. Os PPRs são um bom mecanismo de incentivo à constituição de poupança de longo prazo.

Investimentos inteligentes

Se se fizerem investimentos inteligentes, com conhecimento poderá iniciar-se a construção de uma carteira de aplicações que possibilitará não necessitar de uma pensão de reforma. É fácil de compreender, especialmente após a leitura do artigo, conseguir a independência financeira através de juros ou ganhar dinheiro sem fazer nada.

Alternativa: Investir num negócio

Se pensamos muito na reforma podemos ser levados a poupar unicamente para esse objectivo, não é que esteja errado, mas encerra outras alternativas. Por exemplo abrir um negócio pode ser o caminho para uma vida financeira menos atribulada no futuro e quem sabe conseguir entrar no patamar das pessoas que possuem um fortuna pessoal considerável.

Poupar é sempre boa ideia

Poupar para a reforma ou para investir é sempre boa ideia, prevenir as necessidades financeiras futuras é essencial para manter ou melhorar a qualidade de vida. Mas existem soluções alternativas: por exemplo criar um negócio pode permitir fazer crescer o património de forma bastante acelerada.

O dilema da reforma

Se quanto mais cedo se começa a poupar para a reforma menor será o esforço financeiro para conseguir atingir o valor pretendido, também é verdade que se efectuar investimentos com maior exposição ao risco, mas facilmente se consegue criar e ampliar a capacidade financeira. Claro que se arriscamos mais também estamos sujeitos a perder essas poupanças.

Quando se é novo é permitido arriscar um pouco mais, pois caso alguma coisa corra mal existe a possibilidade de recuperar do deslize.

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