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Já não existem empregos para a vida, nem estabilidade profissional

Uma das verdades incontornáveis dos dias de hoje é que os empregos para a vida já não existem. Deslocalizações e qualificações são dos principais motivos para a crescente vaga de desemprego e consequentemente falta de oportunidades de emprego.

Trabalhar para o Estado oferecia regalias sociais superiores comparativamente ao sector privado, contudo estas desigualdades têm vindo a esbater-se criando até alguma contestação social, as diferenças salariais são cada vez mais acentuadas nas linhas de topo, provocando a  fuga dos mais capazes para o sector privado. É caso para dizer que já nem ser funcionário público compensa.

O tempo dos empregos para a vida já acabou!

Hoje temos de estar constantemente no mercado de trabalho em busca de novas oportunidades, seja ao nível de desafios profissionais ou simplesmente pelo aumento das retribuições do trabalho. Estar com atenção ao que o rodeia e à entidade empregadora poderá ser a salvação para ultrapassar alguns precalços da carreira profissional.

Mobilidade profissional

Um dos factores eliminatórios nas candidaturas a emprego é a disponibilidade para viajar, para deslocações frequentes e até para ser deslocalizado profissionalmente.

A mobilidade é importante, mas será que as empresas que proporcionam mobilidade forçada pensam na vida pessoal dos seus trabalhadores, quem é que quer ir 5 anos para a China ou para a Índia sem a família. A alternativa seria levar os conjugues, que por acaso também têm uma carreira profissional a defender e consequentemente os filhos de tenra idade ficariam privados da companhia e ensinamentos de pelo menos um dos seus progenitores, caso ele aceite o desafio.

A indisponibilidade para a mobilidade pode afectar negativamente uma promissora carreira profissional, mas se estiver disposto a colocar o seu emprego em primeiro lugar poderá subir bem alto, pena é que perdeu a infância dos seus filhos.

Mobilidade reduzida sim, mobilidade total não.

Qualificações

Hoje em dia até as qualificações podem ser um problema, uns por que não as têm e outros por qualificações a mais. O mercado de trabalho está saturado e as novas oportunidades para jovens adultos parecem estar estagnadas, seja pela crise ou pelo panorama empresarial. Independentemente destes dilemas, uma coisa é certa, é preferível ter qualificações do que não as ter, pois o conhecimento rende os melhores juros. Quem sabe pode fazer!

É por causa destas coisas que o melhor é criar a nosso própria empresa e trabalhar para nós próprios.


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